quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Polícia Federal Planta árvores em Brasília

A Polícia Federal realiza nesta quinta-feira (27/11), às 10 horas, o plantio de árvores relativo ao Programa de Controle das Emissões de Carbono das Atividades da PF, em Brasília (DF). A iniciativa pioneira no Poder Executivo Federal já foi realizada em diversos Estados da Federação e ocorre agora no Distrito Federal.

O Programa tem por finalidade compensar a emissão de carbono decorrentes das ações administrativas e operacionais da PF, com o plantio de árvores em número correspondente às emissões, de acordo com estudos realizados pela Polícia Federal, utilizando método próprio para o cálculo que contemplou as emissões provocadas por suas viaturas, o gasto de energia elétrica, deslocamentos aéreos e demais atividades desempenhadas pela instituição.

A cerimônia, que contará com a presença do Diretor-Geral, Luiz Fernando Corrêa e convidados, ocorrerá na Fazenda Água Limpa, da Universidade de Brasília, localizada no SMPW Qd 17, Núcleo Rural Vargem Bonita.
Colaboram com o plantio no DF a Petrobrás e a Universidade de Brasília.

Fonte: Divisão de Comunicação Social Polícia Federal

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Sea e Serla inauguram obras de urbanização às margens do Canal do Cunha

A secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, e o presidente da Serla, Luiz Firmino Martins, inauguram nesta quarta-feira (12/11), às 9h, as obras de urbanização de um trecho do Canal do Cunha, na comunidade da Maré, a nova ecobarreira de 60 metros lá instalada para conter parte do lixo flutuante que chega à Baía da Guanabara, e o novo píer que serve de ancoradouro para pequenas embarcações.

Marilene fará ainda o primeiro balanço do que foi retirado do lixão clandestino às margens do Canal do Cunha, interditado semana passada pelos agentes da Coordenadoria Integrada de Combate a Crime Ambientais (Cicca).

Na faixa marginal, antes tomada por ocupações irregulares, foi construído um parque fluvial ao longo de 500 metros de extensão do canal, com mais de 3 mil metros quadrados de gramado, diversas árvores e pequenos arbustos distribuídos por 40 jardineiras, e onde foi instalado também um ecoponto para coleta de material reciclável.

O parque dispõe ainda de uma área de lazer de 1.580 metros quadrados com 21 bancos, oito conjuntos de mesa com quatro bancos cada, todos de concreto, além de dois balanços, dois escorregas e duas gangorras. Há também uma área destinada a prática de atividades físicas, com dois pares de barras paralelas e duas barras para exercícios de alongamento e abdominais.

A área também foi projetada para permitir que os portadores de necessidades especiais tenham direito ao lazer. Onze rampas foram construídas segundo as normas de acessibilidade universal, com sinalização para deficientes visuais e acesso para cadeirantes.

A desocupação das margens do Canal do Cunha teve o apoio da Cicca e o objetivo foi a recuperação do corpo hídrico, cujo projeto de desassoreamento já está em andamento na SEA. Para isso, estão sendo removidas todas as ocupações irregulares. Além dos 180 barracos retirados de onde hoje está o parque fluvial, foi interditado também um lixão clandestino, cuja remoção está em fase final. Já foram retirados do local 400 caminhões, o equivalente a 1.500 toneladas de lixo, cujo material descartável está sendo separado e recebendo a devida destinação.

A urbanização tem por objetivo impedir que as ocupações voltem a acontecer. Parte das famílias remanejadas recebeu indenização no valor de R$ 750. Os pagamentos foram feitos por meio de um convênio firmado entre a Serla, empresas privadas e a Associação dos Moradores da Vila Pinheiro. Para os demais, é pago um aluguel social de R$ 300 em casas na própria comunidade.

Fonte: Ascom da SEA